Este trabalho visa discutir o problema filosófico dos critérios valorativos dos juízos de valor, em particular dos juízos morais.
Que justificações temos nós para os nossos juízos morais?
Imagine-se que dois sujeitos formulam diferentes juízos de valor moral:
O sujeito A afirma que a pena de morte é moralmente inaceitável, porque é injusta;
O sujeito B afirma o contrário: a pena de morte é justa, logo moralmente aceitável.
1 - Terão ambos razão?
- Será que os juízos morais dependem dos sentimentos e pontos de vista de cada um?
- Será que os juízos morais dependem do que cada sociedade /cultura acredita ser a verdade moral, sendo os indivíduos os seus porta-vozes?
2 - Poder-se-á dizer que há verdades morais independentes das crenças subjetivas e culturais?
- Haverá boas razões para inferirmos que um dos sujeitos está errado?
As respostas a estas (e outras) questões serão apresentadas e comparadas de modo a promover o distanciamento adequado do senso comum e a construção de uma argumentação sustentada das questões éticas, tão fraturantes como inelutáveis.
Disciplina: Filosofia
Professora: Ana Paula Coelho

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